terça-feira, 23 de julho de 2013

MOTIVADO E POSITIVO NO AUGE DAS CRISES. FÁCIL DE FALAR...

Não importa sua atividade, seu status social, idade, patrimônio ou estilo de vida, num determinado estágio de sua existência você pode enfrentar uma crise profunda que abala sua motivação por mais positivo que você seja.

Doença, confusão, solidão, falta de dinheiro e perspectivas, entre outras, são situações que podem lhe levar ao fundo do poço. Nessas horas, quando parece não haver saída, é fácil ficar abatido, desmotivado e ver tudo sob o lado mais negativo.
Esse fato é uma verdade e inúmeros trabalhos, de simples artigos a livros de autoajuda que alcançam sucesso editorial fantástico, tentam indicar caminhos para superar essas situações que podem resultar em quadros de profundo abatimento com reflexos negativos em sua vida pessoal e em seus negócios.

Qualquer que seja a abordagem desses conselhos alguns pontos importantes são comuns e constituem verdades incontestáveis. São eles:
·         Atitude.

Atitude é fundamental e faz toda a diferença em qualquer aspecto da vida, sobretudo nos momentos de superação.
A decisão de não se entregar a sentimentos de auto piedade, insegurança e medo vai lhe permitir enxergar a vida com mais clareza e a ter mais confiança no mundo e em você mesmo. Você vai se sentir mais forte, confiante, equilibrado, feliz e isso vai se refletir no seu trabalho e desempenho independente das condições externas e circunstancias que esteja enfrentando.
Viktor Frankl, um psicólogo que ficou anos num campo de concentração na Alemanha, nos quais como milhões de judeus perdeu tudo e toda sua família e lidou com crise muito maior que a maioria de nós pode sequer imaginar, desenvolveu o que chamou de “a última liberdade humana”, que é a capacidade de “escolher a atitude pessoal diante de determinado conjunto de circunstâncias”.
Num cenário drástico de fome, humilhação, medo, sofrimento, tortura ele realizou sessões terapêuticas nos seus companheiros de prisão tendo como um dos propósitos “despertar num paciente o sentimento de que é responsável por algo perante a vida, por mais duras que sejam as circunstâncias, mesmo as mais miseráveis”.
A sua tese está em seu livro “Em busca de um sentido: um psicólogo no campo de concentração” e aponta, em resumo, que mantendo a Fé, trabalhando, adquirindo experiência e conhecimento, seguindo valores éticos e pessoais seguros a vida tem um sentido potencial em quaisquer circunstâncias.
Isso é atitude, resulta em vitalidade e faz toda diferença.
·         O ambiente e as pessoas.
O ambiente e as pessoas que o cercam desempenham papel importantíssimo no processo de superação do quadro depressivo. Fundamental afastar-se das pessoas negativas, e suas influências, que o colocam para baixo, afetam seu moral e limitam seu entusiasmo.
Ao contrário, procure conviver com pessoas positivas que alcançaram sucesso enfrentando situações adversas como a sua, por pior que ela seja, ou superaram dificuldades que pareciam intransponíveis e foram capazes de vencerem suas frustrações e seguirem em frente. Essas sim podem contribuir substancialmente para reavivar seu espírito positivo.
·         Metas.
Você deve definir um objetivo a alcançar, estabelecer metas que sejam desafiadoras, mas factíveis. Quanto mais claros, precisos e quantificáveis forem os objetivos e as metas melhor!
Sabendo aonde quer chegar e onde esta a cada momento será mais fácil permanecer motivado quando as dificuldades, inevitáveis, surgirem no caminho.
·         Os exemplos.
Outros fatores importantes para elevar seu ânimo são exemplos que você pode obter lendo livros, assistindo a aulas e conferências, fazendo algum trabalho voluntário.
São muitas as fontes que podem lhe trazer inspiração alimentando-o com estímulos positivos e encorajadores capazes de agirem como catalisadores para transformar a situação que esta vivendo dando-lhe novas maneiras de pensar e abordar o que deve ser feito.
Você vai ver que pessoas imperfeitas, e mesmo azarões, tiveram de trabalhar duro e com inteligência para superar seus obstáculos e realizar coisas incríveis e entender que se eles puderam fazê-lo você também pode.
·         A persistência.
Muitas vezes ao longo do processo você vai enfrentar percalços e se defrontar com situações que podem lhe desgastar e puxar para baixo, mas se você estiver realmente determinado a conseguir alguma coisa tem de persistir e seguir em frente na certeza de que a mudança é possível.
Persista! Dê um passo de cada vez, mas sem nunca perder o foco no seu objetivo.
Tudo fácil de falar, não é?
Mas na realidade, no auge das crises (estou me referindo a crise mesmo, de verdade e quem já passou por elas sabe o que estou pensando), quando nos descobrimos no fundo do poço e percebemos que ainda podemos afundar mais, nos tornamos muito vulneráveis, perdendo a fé em tudo a nosso redor, experimentando sensação de abandono geral.
Pois é nessa hora que temos de voltar para Aquele que tem um Poder infinito em suas mãos. A força que você precisa e a resposta que deseja estão ao seu alcance e talvez a experiência do fundo do poço seja algo que você tem de experimentar para então conhecer a graça, a bondade e a misericórdia do Pai, que lhe faz companhia no fundo do poço...
Vale meditar sobre isso!

Fontes: Viktor Frankel – Em busca de um sentido: Um psicólogo no campo de concentração; Anne – Sophie Reinhardtis – My Intercontinetal Life; Shane Snow Blog – What Inspires me;  Deepak Chopra – The Conscious Lifestyle; Pr. Nelio DaSilva – Diversos.

domingo, 7 de abril de 2013

MELHORES CONSELHOS RECEBIDOS POR EMPRESÁRIOS E EXECUTIVOS DE DESTAQUE - 4

Quarta postagem da série de conselhos recebidos por empresários e executivos de destaque e que fizeram diferença na atuação deles. Podem ser úteis.

Peter Swinburn , presidente e CEO da Molson Coors (*) revelou que o melhor conselho que recebeu foi de um “big-boss” que ao designá-lo para o comando de um processo de recuperação de empresa  lhe falou : “não me importa o que você vai fazer desde que não faça a mesma coisa que estávamos fazendo até agora”.
É por aí mesmo, se continuar fazendo as mesmas coisas vai alcançar os mesmos resultados...
Vale meditar!
Fonte : www.businessinsider.com  conforme depoimento dele em mesa redonda de HACR em 2008

(*) - Molson Coors é a maior cervejaria do Canada e uma das maiores do mundo. Peter Swinburn, além de ser o presidente e CEO da empresa, desempenhou importante papel no mercado de cervejas no Reino Unido.

ALGUMAS DICAS DE TOM PETERS

Estudando um pouco, encontrei algumas dicas de Tom Peters, entre as inúmeras que publica em seu blog, que vou compartilhar aqui como Tema para Meditação porque têm muito a ver com a linha deste blog:

Você se encarrega das pessoas.
 As pessoas se encarregam do serviço.
 O serviço se encarrega do cliente.
 O cliente se encarrega do lucro.
 O lucro se encarrega do reinvestimento.
 O reinvestimento se encarrega da reinvenção.
 A reinvenção se encarrega do futuro.
(E em cada um desses passos, a única mensurável de sucesso é a Excelência).

Thomas J Peters, considerado o guru dos negócios pela Fortune e The Economist, é autor de vários best sellers internacionais com destaque para A Passion for Excellence, Thriving os Chaos e In Search for Excellence, todos disponíveis em português.
 www.tompeters.com

quarta-feira, 20 de março de 2013

PENSE MUITAS VEZES ANTES DE PROMOVER SEU MELHOR VENDEDOR PARA O CARGO DE GERENTE DE VENDAS.

Entendo que o sucesso de qualquer empreendimento esta intimamente ligado a sua habilidade comercial. A capacidade de identificar, criar, operar canais de vendas capazes de viabilizarem os negócios e propiciarem seu crescimento e esse tema, sem dúvida alguma, pode ser abordado por vários ângulos.
Em diversos textos postados neste blog tenho compartilhado uma das poucas certezas que consolidei ao longo de minha vida como executivo, empresário e consultor: O Fator Humano, Gente, é o que faz a diferença!
Por que a associação dessas duas idéias?
Simples. Por razões diversas, e algumas motórias, tenho meditado muito sobre a eficácia das estruturas comerciais e a questão sobre se o melhor vendedor pode ser automáticamente transformado no melhor gerente de vendas tem sido recorrente nesse processo.
Essa preocupação me levou a um texto de autoria de Andris A Zoltner, PK Sinha e Sally E Lorimer que quero compartilhar aqui e que foi veiculado pela Harvard Business Review  onde eles revelam que fizeram essa pergunta crucial a diversos expoentes de áreas comerciais e a resposta quase unânime foi “não!”.
Nesses contatos observaram que parodoxalmente, e muitas vezes, esses lideres de vendas procuram candidatos à gerência em seus quadros e selecionam o melhor vendedor para o cargo de gerente na presunção de que o sucesso já alcançado nas vendas será repetido em sua gestão.
Concluiram, naturalmente, que muitos grandes vendedores tornaram-se ótimos gerentes, mas essa não é a regra. O comum é que ocorram uma ou mais das seguintes situações:
1-       Não conseguem se desligar de suas antigas funções e assumem o relacionamento com os clientes, envolvem-se no fechamento de negócios o que abala a confiança e desmotiva os vendedores que ficam enfraquecidos diante dos clientes;
2-       Administram apenas por resultados e esperam que  todos obtenham os mesmos níveis que eles alcançaram, mas não fazem um bom trabalho de coaching e falham em dar feedback construtivo em como atingir objetivos e metas;
3-       Evitam as responsabilidades de gestão e ficam frustados com as inúmeras rotinas, atividades e tarefas fundamentais que lhes são requeridas.
Em pouco tempo as equipes de vendedores que eles administram param de se aperfeiçoar e evoluir e logo ficam desiludidas e pouco engajadas em seu trabalho correndo até o risco de se desligarem da empresa. Toda a estrutura sofre as consequências e o rendimento global fica em perigo.
Sucesso em vendas e sucesso em gestão requerem habilidades e atitudes diferentes. Os vendedores são bem sucedidos quando atendem às necessidades dos clientes e atingem as metas financeiras da empresa em suas áreas de atuação. Os gerentes também precisam atender às necessidades dos clientes e alcançar os objetivos da empresa, mas eles não são os caçadores, os astros ou os centros das ações. São os treinadores e não os jogadores, eles se realizam alcançando os objetivos através dos outros. Não raciocinam a partir do “eu”, mas sim da “equipe”. Eles ajudam e orientam as pessoas a crescerem.
Os autores ressaltam os cuidados que devem ser tomados quando o processo de selecionar um gerente de vendas é desenvolvido a partir de equipe de vendedores destacando que a característica principal não deve ser apenas a excelência em gerar expressivos resultados de vendas, mas também, e sobretudo, sua capacidade em ensinar outras pessoas a venderem agindo como mentores para novos vendedores. Sugerem, a partir de exemplos identificados nas pesquisas que levaram a efeito para embasar seu trabalho, a implantação de programas de desenvolvimento de competências como coaching, gestão de desempenho, entrevistas e negociações envolvendo os membros de sua equipe de vendas. Programas dessa natureza podem auxiliar significativamente tanto aos candidatos como às empresas na condução mais eficaz do processo de escolha do gerente de vendas.
Outra situação que analisam com propriedade é quando um excelente vendedor pretende tornar-se gerente de vendas sem possuir as características que a função requer. Sugerem algumas abordagens preliminares para contornar a situação, mas a conclusão a que chegam é que realmente importa: é necessário ter a coragem para deixar claro que a pessoa é mais importante como colaborador individual, na função para a qual tem seu talento reconhecido mesmo assumindo a possibilidade de vir a perdê-lo no processo. A alternativa, muito pior, seria colocar em risco toda a operação em decorrência de gestão pouco eficaz que a falta de habilidade especifica certamente acarretaria.
Os professores citados, que são autores de “Building a Winning Sales Management Team: The force Behind the Sales Force”, publicado por ZS Associates Inc., onde tratam da importância do escalão “gerência” na construção de forças de vendas, discorrem sobre diversos modelos para administrar esse tipo de questão, mas meu propósito aqui não é esse, mas sim levantar o título deste “post” como Tema para Meditação por sua relevância e frequência que ocorre. As consequências desse erro muito comum podem ser fatais a muito projetos.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Tema para Meditação


Tema para Meditação: - “Não existe nada mais perto do máximo da ingenuidade do que o máximo de esperteza. San Tiago Dantas”. (Francisco Clementino de San Tiago Dantas foi um jornalista, advogado, professor e político brasileiro, sério, dos bons)

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

FOI UM ANO BOM!

Para vivermos a vida temos que sempre olhar para a frente, mas para compreendermos a vida temos que olhar para trás. Soren Kierkgaard
 
Veja a distância você cobriu em apenas um ano! Pense ainda no quanto mais você pode caminhar no novo ano que está ai, às portas...Veja de quantas e diversificadas maneiras você foi abençoado!
 
Considere o quanto aprendeu neste ano que está findando. Pense ainda naquilo que você pode fazer e realizar com o conhecimento adquirido com as experiências que nele vivenciou.
 
Não importa o que aconteceu; este foi um ano bom: você viveu, amou, aprendeu, e cresceu com as novas experiências. Apesar de algumas lições tenham sido extremamente dolorosas, você as superou, e mesmo em meio à dor você foi capaz de desfrutar novas alegrias.

Ao contemplar o ano novo, quero encorajá-lo a crer mais do que nunca no Deus que tem o controle de todas as coisas; a confiar como você jamais confiou naquele que não tem começo nem fim, e que o ama com um amor intenso e profundo.

Feliz Ano Novo!
Nélio DaSilva
 
Para Meditação:
No temor do Senhor tem o homem forte amparo, e isso é refúgio para seus filhos. Provérbios 14:26

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

O “EFEITO VENCEDOR” E A QUEDA SUBSEQUENTE



“A maioria dos homens pode suportar a adversidade, porém muito poucos podem suportar o sucesso”. Walter Sachs, Goldman Sachs – maio 1930.

Valor Econômico, em sua edição de 18 de outubro publicou matéria - com o título O “efeito vencedor” e o perigo de perder tudo depois de ganhar muito - veiculando tradução de artigo de Kate Kelland, distribuído pela Reuters de Londres, onde ela comenta trabalho de John Coates que após período como bem sucedido corretor de valores do Deutsche Bank e Goldman Sachs decidiu investigar a euforia que ele experimentou durante o processo de grande sucesso.
Assim, depois de 13 anos de trabalho no pregão da bolsa em Wall Street, o operador milionário tornou-se neurocientista nas Universidades Rockfeller, NY, e Cambridge, Reino Unido, dedicando-se ao estudo do que acontecia em seu cérebro quando estava mergulhado naquele estado de êxtase.
Após anos de pesquisas e experiências concluiu que a disposição para assumir riscos é motivada por um “efeito vencedor” – mecanismo hormonal em que cada vitória leva a tomada de mais riscos.
O aprofundamento desses estudos somado a trabalhos de psiquiatras e outros neurocientistas indicam que as consequências do “efeito vencedor” que fogem do controle podem levar algumas pessoas a se tornarem políticos corruptos, ditadores cruéis e até mesmo cirurgiões que pensam ser Deus nos hospitais.
O avanço dos estudos mostrou que o efeito ia bem além da biologia da tomada de riscos no mercado financeiro e se estendia a todos os tipos de riscos alcançando políticos que com a maior desfaçatez se envolvem em grandes falcatruas, soldados que se transformam em máquinas de matar, operadores que quebram bancos inteiros.
Quando essa transformação ocorre nas pessoas, elas começam a se portar como senhores do universo e não se trata de processo cognitivo e nem mesmo de ganância. É sensação de consumar o poder e de estar dominando o mundo. O que dá errado nesse processo é que o mecanismo que esta por trás do “efeito vencedor” sai de controle e torna-se patológico alimentando a “exuberância irracional” e a tomada de riscos excessivos.
No plano mais comum onde pessoas, em diversos campos de atividade, fracassam depois de alcançar muito sucesso esse “efeito vencedor” se manifesta pela sensação de poder que as levam a ignorar todos os sinais de alerta que surgem o tempo todo na crença que são semideuses e têm o domínio de tudo e de todos.
Robert E. Rubin, CEO de Goldman Sachs e depois Secretário do Tesouro Americano na administração Clinton, em 1992 ao responder sobre o que leva uma empresa e tropeçar disse: “Autoconfiança exacerbada, prepotência crescente, arrogância, ego inflado, soberba – ao permitir que elas se desenvolvam você descarrila”.
Essa situação é muito mais comum do que se pode imaginar e podem ocorrer em organizações tão diversas quanto grandes operadores financeiros globais até instituições religiosas. Nada e ninguém estão livres disso.
É um processo onde o mal bloqueia o entendimento e riscos crescentes são assumidos até a situação sair do controle.  É a síndrome do “sabe tudo”.  A consequência pode ser perder tudo o que se conquistou e amargar, por longo período,quando e se consegue recuperar, resultados que podem ser muito penosos em todas as áreas pessoais e mesmo alcançar fortemente a terceiros.
Eu vivi essa situação e, hoje, revendo todo o quadro com a perspectiva de tempo maior, nada tenho a acrescentar ao que foi colocado até aqui, senão concordar em gênero, número e grau.
O problema é, durante a fase do sucesso, com prosperidade crescente evitar que ela suba à cabeça fazendo-o acreditar que é bem sucedido porque é particularmente esperto e sendo assim poder fazer qualquer coisa.
Como desenvolver a dose certa de humildade e estabelecer limites éticos e morais a esse “efeito vencedor” de origem hormonal? Será possível? Pode saber que, se for possível, é muito difícil mesmo...
John Coates, no âmbito da área que atuou, grandes operadores financeiros, sugere que os sistemas de monitoramento desses agentes sejam aperfeiçoados e que ao contrário de aumentar os limites de risco de operadores que acumulam vitórias deveriam limitá-los ou mesmo orientá-los a liquidar suas posições. Será factível? Seria compatível com os interesses do grupo? Se esta ganhando por que inibir e limitar?
No plano individual, uma boa dose de humildade pode auxiliar. Vicente Falconi, cofundador e presidente do INDG e Fundação Dom Cabral, respeitado guru e mentor de muitas personalidades, na seção que assina na revista Exame de 25 de julho, ao responder a consulta de leitor, recomenda que as pessoas tenham vários mentores.
Relata que ele mesmo sempre teve mentores, citando personalidades notáveis, e que adquiriu muito conhecimento com eles. Sugere a seu leitor que sua atitude e valores verdadeiros o levarão a encontrar seus futuros mentores e que o exercício da humildade facilitará seu caminho.
Cito essa matéria porque acredito que mentores experientes em áreas diversas de conhecimento, não só acadêmico, podem constituir auxílio excepcional como veículos para a emissão de sinais que ativem esses limites éticos e morais além de todos os benefícios que podem trazer.
A ambição por si só não é errada nem é pecado. O homem saiu das cavernas e conquistou o espaço movido por necessidade e ambição. Ela é um dos motores do crescimento. O problema é o descontrole e a exacerbação.
No auge da fase do sucesso e da prosperidade, onde tudo da certo, como se limitar? Onde procurar essa inspiração?
Não pretendo propor soluções ou indicar parâmetros de ações ou condutas, até porque não tenho como fazê-lo, mas acredito que o crescimento espiritual e o autoconhecimento podem ajudar a lidar com essas situações.
O Pastor Pedro Parente, comentando Tiago 1.5 “...e se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente.. “ destaca que a “sabedoria” a que o texto se refere não é somente o conhecimento, mas também à habilidade de tomar decisões sábias em circunstâncias difíceis. Sempre que precisamos de sabedoria, podemos orar a Deus e Ele, generosamente proverá aquilo que precisamos dirigindo nossas escolhas.
O caminho até o entendimento e a prática dessa ideia é bem longo, mas podem evitar grandes sofrimentos...
Vale a pena meditar sobre isso.
Fontes: Kate Kelland, Via Reuters Valor Econômico Ed. 18 Out 2012. - Liza Endlich em Goldman Sachs A cultura do Sucesso 1999. – Afonso Murad em Gestão e Espiritualidade, Uma Porta Entreaberta. – Vicente Falconi na Revista Exame de 25 de julho 2012. - Pr. Pedro Parente em www.evangelica.com.br